Vamos do início, a origem do Natal é pagã. Este é mais um dos festivais da Antiga Fé que foram Cristianizados pela Igreja em uma tentativa de expandir sua fé.
Pela historia da evolução religiosa da humanidade, encontramos vários Deuses nascidos no solstício de inverno.
A data do nascimento de Jesus Cristo é e sempre será uma incógnita, à partir de 20, 22 ou 25 de dezembro eram as datas em que os pagãos celebravam sua festa de solstício de inverno, quando acontece a noite mais longa do ano pelo hemisfério Norte. O dia em que Jesus Cristo nasceu não consta na Bíblia, foi uma escolha da igreja 5 séculos depois, primeiro porque nas condições que são descritas seu nascimento, isso não aconteceria no inverno, ninguém sobreviveria. Tudo bem estamos falando de Jesus, mas ele era mortal assim como sua mãe, tanto que foi morto. Ele nasceu na primavera, a igreja mesmo confirma isso. e mais... Pense: Se o Calendário começa no seu nascimento pelo menos deveria ser no dia 1 de janeiro. ops!
Mas esclarecimentos à parte é Natal! Alguns pagãos mais sisudos dirão que não comemoram o Natal, que aqui no Brasil, hemisfério Sul, o solstício de inverno acontece em 21 de junho e que agora, não podemos de forma alguma comemorar o nascimento de qualquer Deus solar no auge da força solar, dirão mais, que Jesus não é um Deus solar!!! e estão certos, mas estão cometendo um grave e grande erro: Repetindo o passado! a intolerância e o preconceito!
Resgatar a antiga religião não é, de forma alguma, pregar
dogmas antigos e, muito menos, desconsiderar a evolução
espiritual de nosso planeta. Resgatar a antiga religião é retomar
o caminho de ligação ao Divino e, com certeza, isto inclui a
experiência espiritual adquirida pela humanidade ao longo dos séculos.
Não há como ignorar a sabedoria, o conhecimento e a
eficácia de outras religiões. Basta abrir as janelas para o Divino e
reconheceremos rituais ancestrais, onde mudam somente os
traços pessoais do artista que os transcreve em sua tela da vida. A
própria atividade mágica nos mostra, diariamente, a energia
espiritual de outras crenças, atuando ao nosso lado e interagindo
com nossa magia. Não considerar a união de experiências e os vários caminhos que levam ao Divino é repetir o erro do passado. Não
precisamos combater outras religiões e nem queremos impor a
nossa, pois reconhecemos as várias faces de nossa Deusa.
Como dizer que é errado comemorar o Natal sendo que este foi copiado dos meus festejos ancestrais? Como ser contra simplesmente por intolerância? Dizer-se pagão e resgatar a Antiga Fé, sem ver a necessidade de esclarecer a todos a verdadeira origem do Natal!
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